Coragem para Mudar o Brasil

Coragem para Mudar o Brasil

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Vice-Governador Parabeniza Canguçu - 157 anos

No dia em que Canguçu comemora 157 anos, quero me associar aos cidadãos desta que é uma das cidades mais importantes da Zona Sul desejando que continue a crescer e a mostrar sua grandeza. 

Canguçu é referência na agricultura familiar, através da autonomia dos seus produtores, que investem pesado na modernização e diversificação de suas atividades, sem deixar de lado as suas raízes. Terra de um povo dedicado, que trabalha arduamente em busca do crescimento do município e da cadeia produtiva local. 

Todos aqueles que, como eu, acreditam no potencial de Canguçu, hoje estão em festa. Parabéns comunidade canguçuense! Continuamos na luta diária por desenvolvimento e qualidade de vida. 

Um abraço do companheiro de hoje e sempre

Beto Grill

terça-feira, 24 de junho de 2014

Beto Grill: um balanço de sua atuação na vice-governadoria

Nascido em Pelotas e “criado às margens da BR 116”, o socialista Beto Grill assumiu como vice-governador tendo a missão de combater as desigualdades regionais e coordenar os esforços visando a diminuição das mortes no trânsito no Rio Grande do Sul. Passados três anos e meio, é possível afirmar que sua atuação transcende em muito a simples representação institucional do cargo e as atribuições previamente estabelecidas.

Sucessor do polêmico Paulo Feijó, o ex-deputado estadual e ex-prefeito de São Lourenço do Sul e Cristal mudou a imagem que o sociedade rio-grandense possuía da figura do vice-governador. Com seu perfil proativo e ao mesmo tempo conciliador, Beto Grill esteve à frente de pautas importantes, como a longa negociação com os hospitais filantrópicos, o fortalecimento da indústria oceânica, a defesa do carvão mineral gaúcho e a aposta na geração de energia por meio de fontes renováveis.
Em entrevista à Revista Em Evidência, Beto Grill faz um balanço de sua atuação no governo, fala sobre as missões internacionais que chefiou, a intensa busca por empreendimentos para o Estado, o papel do PSB no atual cenário político, os desafios nas eleições de 2014 e os projetos para o futuro próximo.
Como o senhor avalia o momento atual do Rio Grande do Sul?
Tenho a convicção de que o Estado está melhor do que há quatro anos. A atual administração implementou ações para promover a retomada do crescimento. Podemos destacar a política industrial, que possibilitou a atração de diversos empreendimentos e a formação de parcerias com empresas estrangeiras; o programa de fortalecimento de Arranjos Produtivos Locais (APLs), fundamental para a estruturação de cadeias produtivas identificadas com a vocação de cada região; e o forte incentivo à indústria oceânica, através da criação dos polos navais do Guaíba e do Jacuí e do apoio à diversificação das atividades no polo naval de Rio Grande.
No entanto, vejo que poderíamos ter feito mais, principalmente na área da infraestrutura. Ainda não temos uma malha viária que atenda às reais demandas do RS. Os acessos asfálticos não avançaram da maneira esperada, o que impede que muitos municípios não tenham a capacidade de competição necessária na atração de investimentos.
Qual o papel do vice-governador neste governo? Quais ações couberam ao vice nestes quatro anos?
O último governo foi marcado por uma relação conturbada entre a governadora e seu vice. Desde a campanha, acertamos um trabalho conjunto e respeitoso, o governador e eu. O governador, inclusive, fez questão que o meu gabinete ficasse no Palácio Piratini, próximo ao dele, e me designou para coordenar o Comitê Estadual de Mobilização pela Segurança no Trânsito. Estive a frente do Programa de Combate às Desigualdades Regionais, que prevê a execução de projetos em regiões mais deprimidas economicamente, com uma atenção especial para as políticas voltadas à Metade Sul. Fui interlocutor, também, de questões importantes para o desenvolvimento, como no caso da indústria oceânica, da defesa da exploração do potencial do carvão mineral gaúcho e do incentivo à diversificação da matriz energética do RS através da utilização de fontes de energias renováveis. 
O Sr. foi homenageado pela Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes, Religiosos e Filantrópicos. Qual o seu papel na aproximação entre o governo e os hospitais?
Quando assumimos, os hospitais filantrópicos e os públicos tinham um déficit muito elevado. Instituímos um grupo de trabalho, sob a minha coordenação e do então secretário Ciro Simoni, com representantes dos hospitais, buscando alternativas para evitar que qualquer instituição fechasse suas portas. Triplicamos os investimentos em saúde, passando de 4,5%, para 12,4%.  Criou-se, também, uma rubrica especifica no orçamento do Estado para os hospitais filantrópicos, passando de uma política de governo para uma política pública a ser honrada por futuras administrações.
Esta negociação foi fundamental para a melhoria dos serviços, uma vez que estas entidades respondem por 70% dos leitos do Sistema Único de Saúde (SUS) no RS. Recuperamos a confiança do setor, propusemos parcerias federais de um novo tipo para acréscimo de repasses devido à especificidade da rede estadual e ajudamos no estabelecimento de uma relação mais transparente e qualificada das gestões. Por esta parceria, tive a satisfação de ser um dos homenageados pela Federação das Santas Casas. A distinção é um reconhecimento pela interlocução e apoio do Governo do Estado junto às autoridades de saúde no RS. 
Reconheço, porém, a necessidade de avançar mais na área da saúde. Precisamos estabelecer novas ações para qualificar o atendimento de modo que o cidadão possa, com tranqüilidade, ter acesso aos serviços que necessita, tanto na média como na alta complexidade.
O senhor tem defendido a utilização do carvão como fonte de energia. Por quê?
A defesa da energia produzida por termelétricas com a queima do carvão mineral é uma tarefa sempre enfrentada pelo meu gabinete, até mesmo quando outros órgãos do governo estadual e do próprio governo federal repudiavam o debate. No RS, possuímos 90% de todo carvão mineral brasileiro. Um potencial enorme, que não pode ser desperdiçado. Novos processos foram desenvolvidos e colocados em prática com sucesso, tornando as usinas térmicas uma alternativa concreta para garantia da segurança energética do nosso país. Cerca de 40% da geração de energia elétrica a partir das fontes primárias em nível mundial tem como matéria prima o carvão. No Brasil lutamos para que a participação na matriz energética seja de 4%. Outro dado que preocupa é o fato de 80% da geração de energia no país ser proveniente das hidrelétricas, enquanto no mundo o índice das térmicas está em 41%. Isso nos deixa muito dependentes do clima, o que pode acarretar sérios prejuízos para o setor produtivo caso não haja uma estrutura complementar que nos garanta a segurança necessária.
Outro projeto que defendido pelo senhor é o do Polo Carboquímico de Charqueadas/Eldorado do Sul.
Como é possível observar, são muitas as possibilidades para o nosso carvão mineral. Venho acompanhando o projeto do polo carboquímico a ser instalado nestes municípios. Trata-se de uma proposta pioneira no Brasil, com objetivo de viabilizar a gaseificação obtida a partir da mina de Guaíba, nos municípios de Charqueadas e Eldorado do Sul, gerando gás de síntese que pode ser utilizado tanto como matéria-prima para a produção de gás natural sintético, produtos químicos ou fertilizantes, como pode ser usado diretamente como combustível para geração de energia elétrica. Este é um projeto de grande valor estratégico para o Estado.
Mesmo sendo um dos principais defensores do carvão mineral, o senhor também teve participação direta nos debates sobre a utilização de energias renováveis. Essas agendas não são conflitantes?
De forma alguma. Entendo que as matrizes energéticas se complementam. O Rio Grande é beneficiado com os melhores ventos do Brasil e possui, também, uma grande potencialidade para a produção de energia a partir da biomassa. Desde o primeiro ano de governo trabalhamos intensamente esta pauta. Cerca de 11% do potencial das fontes de energia renováveis do país se encontram em solo gaúcho. Os parques eólicos somam investimentos de R$ 1,51 bilhão para o RS. Até 2017, serão mais de 50 empreendimentos no Estado. Obtivemos participação recorde no leilão de energia A-3 realizado em novembro de 2013 pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), respondendo por 37% das contratações. Isso é reflexo direto da boa oferta de recursos naturais existentes. No campo da energia eólica, há a possibilidade de instalação de empreendimentos onshore(em terra) e offshore (em água), se observarmos as oportunidades na Lagoa dos Patos. As usinas de biomassa, de igual forma, mereceram a nossa atenção. Apresentamos projetos gestionando junto aos órgãos ambientais o licenciamento há muito solicitado. Em todas as manifestações, buscamos demonstrar que a produção desta energia deveria ser tratada de forma diferenciada, uma vez que não está atrelada à produção de cana-de-açúcar, mas à utilização de outros produtos e subprodutos como, por exemplo, a casca de arroz e o resíduo de reflorestamento.
No inicio deste governo foi criado o Comitê Estadual de Mobilização para Segurança no Trânsito, sob sua coordenação. Como o senhor avalia o resultado obtido?
Os esforços ligados à diminuição do número de mortos em nossas estradas e vias urbanas estão entre as ações mais destacadas da atual gestão. O trânsito provoca mais mortes que muitas guerras ou a violência urbana. Aproximadamente 1,3 milhão de pessoas perdem a vida anualmente em acidentes em todo mo mundo. O número de feridos é muito maior: entre 20 e 50 milhões. No entanto, graças ao trabalho realizado, o número de mortes em acidentes no RS está em queda. Nos últimos três anos houve uma redução de 9,4%. Em 2010, morreram 2.191 pessoas no trânsito. No ano passado, 1.984. É um processo continuado, mas que apresenta resultados concretos. Isso tudo em um cenário onde a frota de veículos cresce 7% ao ano.
Que projetos foram criados combater o grande número de acidentes e mortes no trânsito? Que ações fiscalizadoras foram implementadas?
Entre as ações elaboradas através do Comitê Estadual de Mobilização pela Segurança no Trânsito, destaco a mudança na metodologia da contagem dos óbitos e as operações Balada Segura e Viagem Segura. A nova metodologia inclui na estatística as vítimas que faleceram até 30 dias após o acidente, conforme as normas internacionais vigentes, nos dando uma mostra muito mais próxima da realidade. A Balada Segura é um marco de uma nova postura dos condutores com relação ao consumo de álcool, presente em mais de 50% dos acidentes de trânsito com mortes. Abrange 23 municípios gaúchos e deixou de ter como foco o público jovem frequentador de bares e casas noturnas. Hoje contempla ações educativas, campanhas de comunicação e fiscalização voltadas aos mais diversos públicos, buscando a prevenção dos principais fatores de risco no trânsito. A Viagem Segura, por sua vez, é uma ação integrada envolvendo forças policias e órgãos fiscalizadores municipais, estaduais e federais, que possui como foco a redução do número de óbitos nas estradas gaúchas durante os feriados e datas comemorativas. Em 29 edições, 2,7 milhões de veículos foram fiscalizados, 402 mil infrações registradas, 11,1 mil CNHs e 37,3 mil veículos recolhidos. Foram realizados 61,4 mil testes de bafômetro, registrando mais de 8,6 mil infrações por embriaguez. 
O senhor é considerado um porta-voz dos interesses da Metade Sul do Estado, participando intensamente das discussões acerca das demandas e de ações em prol do desenvolvimento da região. Qual é o cenário hoje para os municípios do Sul do Estado?
Durante muito tempo considerada um problema, hoje a Metade Sul é parte importante da solução. A retomada do crescimento do setor primário e a diversificação da base produtiva local deram uma nova dinâmica para a economia da região. A indústria oceânica é, sem dúvida, o principal indutor desse crescimento. No entanto, não podemos deixar de citar os investimentos nos parques eólicos e o boom da construção civil que acompanha esse processo. É um ciclo virtuoso que merece muita atenção para os seus desdobramentos e possíveis fases de declínio.
No gabinete, trabalhamos intensamente no sentido de agilizar os processos de instalação dos empreendimentos, como, por exemplo, o Shopping Pelotas e o Estaleiro EBR, em São José do Norte. Neste caso em específico, participei de debates importantes sobre o impacto econômico e social do estaleiro na comunidade, tendo como foco a capacitação de mão de obra e a inclusão de força de trabalho local nas obras.
É importante ressaltar que pensamos o conceito de polo naval para além das plataformas e como uma ampla rede que se complementa. Temos que planejar os nossos distritos industriais pensando em longo prazo, agregando tecnologia, fomentando a pesquisa e diversificando os serviços, para não dependermos exclusivamente das encomendas da Petrobras. Esse foi o objetivo de grande parte dos nossos encontros nas missões internacionais, onde tivemos contato direto com experiências de sucesso que podem e devem ser adaptadas e executadas de acordo com a nossa realidade.
Com o intuito de divulgar o potencial do RS e na busca de novos investimentos e parcerias com empreendedores estrangeiros o senhor participou de várias missões governamentais no exterior. Fale um pouco sobre essa experiência.
A vice-governadoria possibilitou que eu representasse o Estado em diversas missões internacionais. No início do governo fomos à Europa para observar as ações bem sucedidas na questão do trânsito e aprendemos muito com as experiências francesa e espanhola, o que foi de suma importância para a elaboração da nossa Política Estadual de Trânsito. Na China estabelecemos uma série de contatos com empreendedores, que hoje se encontram em negociações avançadas para instalação de empreendimentos na Metade Sul, como no caso da montadora Shyiang Yunlihong, em Camaquã.
Na Argentina, conhecemos a experiência do Observatório do Trânsito e da Agência Nacional de Seguridade Viária, dando seguimento às tratativas estabelecidas no memorando de entendimento para troca de conhecimento entre o Detran/RS e a Agência, que visa desenvolver ações conjuntas para a redução da acidentalidade. Ainda na Argentina, firmamos a parceria com a empresa de aerogeradores IMPSA, na cidade de Mendoza. Hoje, a IMPSA investe R$ 100 milhões na fábrica em Guaíba e será uma das principais fornecedoras para os parques eólicos na Zona Sul.
Chefiei missões nos Estados Unidos e no Reino Unido que apresentaram o potencial da indústria oceânica no RS e as oportunidades para investimentos no RS em duas das principais feiras do setor no mundo: A Offshore Technology Conference (OTC) em Houston, Texas, e a Offshore Europe, em Aberdeen, na Escócia. Essas missões possibilitaram a aproximação de potenciais investidores e abriram as portas para que empresários gaúchos expusessem seus produtos para grandes mercados. A associação da empresa gaúcha Koch com a austríaca Palfinger, por exemplo, foi apresentada como um exemplo de sucesso na OTC pela Petrobras. 
A última missão internacional que coordenei foi a realizada em parceria com representantes de Pelotas e Rio Grande. Foi uma viagem diferenciada, com agendas em três países. Em Portugal, estreitamos os laços dos municípios gaúchos com suas cidades-irmãs lusitanas e estabelecemos convênios na área de turismo e gastronomia. Apresentamos, também, potenciais parceiros ao grupo industrial AMAL, que prepara sua vinda para o Estado. Em Bilbao, no País Basco, firmamos parcerias para intercâmbio de conhecimento com importantes parques tecnológicos, clusters industrias e da área de meio ambiente, que beneficiarão em muito a estruturação do Parque Tecnológico de Pelotas e o Oceantec – Parque Tecnológico, em Rio Grande. Na Áustria, visitamos a sede da Palfinger, em Salzburgo, consolidando ainda mais a relação entre o Estado e a empresa. Em maio, a licença de instalação para a joint-venture Palfinger Koch foi liberada pela prefeitura de Porto Alegre. Considero este um case estratégico, que serve de modelo para todas as parcerias com empreendedores estrangeiros.
Entre as ações desenvolvidas pelo seu gabinete para o desenvolvimento da Metade Sul está o início das operações da Azul no Aeroporto de Pelotas. Qual foi a sua participação neste processo? 
Primeiramente, nos reunimos com uma comitiva da Região Sul e com o presidente em exercício da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), Claudio Passos Simões, em Brasília. Solicitamos à agência a análise da possibilidade de o aeroporto de Pelotas operar voos nacionais e internacionais. Entre as empresas interessadas destacaram-se a Azul e a uruguaia BQB, que pretendia operar o voo Montevidéu-Pelotas.
Nosso objetivo era o de diminuir as barreiras para que fosse viabilizado este tipo de operação, estimular a aviação regional em municípios do interior. Nesse contexto, o decreto que reduziu a base de cálculo do ICMS do querosene de aviação de 17% para 12% para empresas que atuarem com aeronaves de até 120 assentos foi fundamental. Foi um longo período de negociação, em um esforço conjunto que teve impacto no setor em todo o Estado.
Para garantir os voos em Pelotas, reunimos o Comando dos Bombeiros da Brigada Militar e representantes da Infraero no sentido de firmar o convênio que viabilizou a estrutura da brigada de incêndio. Esta, por sua vez, habilitou o aeroporto para receber os voos diários. Hoje podemos constatar o sucesso da ação. Os voos lotados comprovam que existia a demanda. É dever de toda administração investir e dar condições para que a aviação regional seja fortalecida. A partir dessas novas rotas, os municípios do interior reforçam a sua logística e têm mais condições de disputar investimentos.
O senhor é pré-candidato a deputado federal pelo PSB. O que o levou a assumir esta candidatura?
A candidatura nasceu de uma demanda existente dentro do PSB gaúcho. Minha atuação na vice-governadoria fez com que a Executiva Estadual do partido avaliasse meu nome como um dos potenciais candidatos a deputado federal. Entendo, também, que a minha região carece de representantes identificados com a realidade local. Há uma disparidade na representação política no mapa do Rio Grande. Uma análise das atuais bancadas na Câmara e na Assembleia comprova esta tese. Dessa forma, coloco meu nome à apreciação no Congresso Estadual do PSB para decisão soberana do diretório.
O que fez o PSB se afastar do governo? Ou foi o governo que afastou o PSB?
Os princípios que nortearam nosso programa de governo ainda são os mesmos, já falei anteriormente que reconheço as conquistas do Rio Grande. Por outro lado, me sinto à vontade para participar de outra aliança que possa representar avanços para o Estado. A candidatura Sartori tem esta condição. O que queremos agora, o PSB, é o protagonismo como partido político. Consideramos que é o momento de avançar, em nível nacional e estadual. Ir além.
Como está sendo a convivência dentro do governo a partir deste rompimento?
Normal, dentro de um clima de cordialidade que sempre existiu. Eu não estou no governo, eu sou governo, fui eleito para isso. É claro que a relação entre governador e vice-governador está mais distanciada, mas não há atritos. Os 127 dias em que assumi como governador em exercício comprovam a estabilidade e a confiança que mantivemos ao longo desse período.
O senhor acredita que o PSB gaúcho sairá fortalecido nesta eleição?
Acredito. Estamos trabalhando forte, através da ampla mobilização da nossa militância em todo o Estado. Temos quadros qualificados para a disputa por vagas na Assembléia e na Câmara. Crescemos significativamente em 2010. Nossos atuais representantes possuem atuação destacada e consolidaram a sua base ao longo dos últimos anos. A tendência é manter o espaço conquistado em âmbito federal e aumentar a nossa representação no Legislativo gaúcho. Para o Senado, temos o melhor candidato. Beto Albuquerque está preparado para o desafio. Aos 51 anos, é uma das mais destacadas figuras do Congresso. Sua trajetória fala por si. Seu trabalho e as causas que defende são reconhecidos nacionalmente. Beto é um exemplo de político que trabalha para a melhoria da vida das pessoas. A Lei Pietro (que institui a Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea) reflete o homem público diferenciado que ele é: um político que transforma uma experiência de vida dolorosa em um projeto que beneficia milhares de pessoas em todo o Brasil.
Por que, no Rio Grande do Sul, a opção foi coligar com o PMDB?
O PMDB gaúcho é diferenciado do resto do país. E o senador Pedro Simon um símbolo de comportamento exemplar no Parlamento Nacional. Podemos governar com pessoas e quadros do PMDB que têm preocupações próximas do nosso campo. Identificamos em José Ivo Sartori um gestor competente, um quadro com história política consistente. Tivemos forte resistência à coligação com o PP, por exemplo, por vinculações históricas de disputa no Estado e por obstáculos apresentados na questão ideológica. No entanto, nossa principal discussão é nacional. Queremos e vamos eleger Eduardo Campos presidente do Brasil.
Qual o significado da candidatura de Eduardo Campos no cenário nacional?
Eduardo Campos quebra o discurso polarizado que aconteceu na última eleição, aprofundando o debate. Nosso candidato tem a consciência crítica do passado e do presente, de olho no que vai realizar no futuro.  Diversos analistas deixam claro que a candidatura de Eduardo Campos é a que tem maior potencial de crescimento e a mais baixa rejeição. Ninguém é escolhido o melhor governador do país por anos à toa. É preciso caráter, liderança e muita qualidade na gestão. Virtudes estas que o qualificam para a disputa presidencial.
Foto: Gustavo Gargioni/Especial Palácio Piratini
Publicado na Revista Em Evidência

terça-feira, 17 de junho de 2014

Entrevista: Vereador César Silva

O Vereador César Silva (PSB) falou ao programa "Liberdade Notícias - 1ª Edição", com Lineu Fonseca, na manhã desta terça-feira (17). Confira o áudio da entrevista:

terça-feira, 10 de junho de 2014

Lista dos Pré-candidatos do PSB/RS - Convenção dia 14/06/2014

Pré-Candidatos a Deputado Estadual pelo PSB-RS 

Alessandro Dal Zotto  

Alessandro Dalla Santa Andrade 

Antônio Elisandro de Oliveira

Antonio Geraldo de S. Henriques Filho (Geraldinho)

Arlindo Slaifer 

Atilar Gilberto Gerstner Filho

Beno Ritter

Capitão Aguiar

Carlos Breik

Carlos Roberto Dias da Fonseca

Daniel Tercílio Carniel de Oliveira

Éberson Machado de Oliveira    

Elton Roberto Weber

Ercilia Aparecida Santos da Silveira

Ernani Heberle 

Harri Jose Zanoni (Ari da Center)

Herminio Mino

Itamar José da Costa

Jair Jaspers 

Jaqueline Pereira Silveira

João Pedro Roveré Grill

João Véstena  

José Antonio Júnior Frozza Paladini (Catarina)

José Paulo Gracioli

Juquinha

Liziane Bayer

Luiz Noé Souza Soares

Luiz Paulo Perez

Maria de Lourdes Schardong Gobbi - Luli

Manir José Zeni

Marcelo de Souza Allgayer 

Maristela Josiane Paz 

Nelson Naibert 

Oldair Bianchi

Ordeli Gomes 

Padre Wilson Pedro Lill

Paulo Cesar Maciel 

Sandro Sotilli

Theonas Fabiano Baumhardt

Valdocir Barros Marques

Vanderlan Carvalho de Vasconselos

Vicente Paulo de Oliveira Selistre

Volmir José Miki Breier

Wainer Viana Machado

Márcia Regina da S. Carvalho Koenig

Tatiane Duarte de Oliveira 

Edi Carlos Pereira de Souza

Priscila Tavares

Glauco Adriani Alves Gonçalves

Nestor Azeredo

Ricardo Roberson Rivero

Carolina Fragoso Langer 

Baltazar Balbo Garagorri Teixeira 

Professor Felipe  R

Gisele Uequed   R

Vinicius Passarela R

Dieison Jocemar Engroff  R

Siana Spindler  R

Clener da Silva Teixeira  R


Pré-Candidatos a Deputado Federal pelo PSB-RS

Airto João Ferronato

Alexandre Rubio Roso

Anabel Lorenzi 

Cesar Busnello

Daniel Suzim

Everlei Rangel Martins

Heitor José Schuch

Jair Rizzo Ferreira

Joaquim Lírio Dill

Jorge Alberto Duarte Grill

José Francisco Nunes

José Luiz Stédile 

Juscelino Marques

Marcone Rodrigues

Nara Rejane Schimidt Pahim

Nei Bica Junqueira

Paulinho Motorista

Raul Damo

Reginaldo Cardoso Rocha

Roseli Poggere

Teresinha Valduga

Vitor Hugo Gomes

Rita Cassiane Rodrigues B. Hoffmann

Danuse Silveira da Motta

Clóvis Oliveira  R

Graça  R

Luciane do Prado Santis  R

Marco Antônio dos Santos  R

Daniel Duarte  R

Jerônimo Dilamar da Silva   R

Natalina da Silva Oliveira  R

Carlos Eduardo P. Sander (Preto) R

Elio Spanhol   R

Nair Chaves R


Senador

Beto Albuquerque

A comissão eleitoral do PSB-RS publica a lista de pré-candidatos às eleições de 2014 para os fins previstos nos artigos 48 e 49 do Estatuto Partidário.

Porto Alegre, 09 de Junho de 2014.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Congresso Estadual do PSB/RS será dia 14 de junho

O PSB/RS realiza no próximo sábado, dia 14 de junho, em Porto Alegre, Congresso Estadual de homologação de candidaturas e aprovação de alianças para o pleito de 2014. Também haverá eleição da Direção Estadual que tomará posse ao final do mandato atual do Diretório. Socialistas de todo o Rio Grande do Sul estão convocados a participarem deste importante momento partidário.

 O Congresso ocorrerá no Auditório Dante Barone da Assembleia Legislativa do RS, a partir das 9 horas.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Deputado Federal Beto Albuquerque visita 22ª Fenadoce

O deputado federal e líder do Partido Socialista Brasileiro (PSB) na câmara, Beto Albuquerque, visitou os pavilhões da 22ª edição da Feira Nacional do Doce (Fenadoce), na última sexta-feira (06). Acompanhado pelos deputados estaduais Nelson Härter e Catarina Paladini, pelo vereador de Pelotas Vitor Paladini e pelo conselheiro estadual da juventude, João Pedro Grill, passeou pelos corredores da multifeira para conferir as atrações e novidades deste ano. “Não pude vir no ano passado, mas sempre que tenho tempo visito esta feira que sempre me surpreende pela organização”, disse o deputado.

O parlamentar foi recepcionado pela Corte da Fenadoce, a rainha Mylena Hermes e as princesas Ana Carolina da Rosa e Letycia Grill e ganhou de presente doces tradicionais de Pelotas.